O que achei do final de Bleach

by - 18:18

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Parece que foi ontem que a Thaw adolescente do ensino médio ouvia falar sobre a história de Bleach. A morte e o morango era o nome do primeiro capítulo do mangá e nunca me esqueci. O ano era 2008 e Bleach já tinha sete aninhos de vida, e anime. 

Não sei se já aconteceu com você, mas às vezes começo a ler um mangá e logo, logo, chego nos episódios atuais e tenho que esperar lançar os próximos. E como não tenho o hábito de entrar sempre nos sites para ler, vou esquecendo dos mangás que teoricamente estou acompanhando. E assim foi com Bleach. 2016 foi o último ano em que li. E pensei: pô, terminaram de lançar, vamos criar vergonha na cara e terminar de ler? E assim concluí minha leitura e quero dividir minhas impressões com vocês. 

Se você caiu de pára-quedas nesse post, aqui vai um pequeno resumo sobre Bleach:

Bleach (ブリーチ, Burīchi?) é uma série de mangá escrita e ilustrada por Tite KuboBleach segue as aventuras de Ichigo Kurosaki [...] após ganhar os poderes de um shinigami (死神? literalmente, "Deus da morte"), através de outro Shinigami, Rukia Kuchiki. Com os seus novos poderes, Ichigo é forçado a assumir o dever de guiar almas boas ao mundo pós-vida à Soul Society, e derrotar os Hollows (monstros espirituais malignos) que tentam devorá-las.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bleach_(mang%C3%A1)

Achei que Bleach, assim como Naruto, pecou pelo excesso. O mangá chegou em um ponto em que poderia ter sido concluído, mas continuou. É claro que qualquer um que entenda minimamente do mercado do mangá/anime, sabe que quando uma história dá muito lucro o autor é "obrigado" a continuar com a história indefinidamente - está aí Dragon Ball para não me deixar mentir. Mas o Tite foi muito esperto, e fez a saga Fullbringer. Ela é tão massante, que a popularidade do anime caiu e ele foi encerrado, e o fim do anime deu ao autor uma folga para concluir a história do mangá de forma mais livre.

Os personagens crescem e evoluem no decorrer da saga, e aprendemos a amar todos eles. Claro que alguns nós amamos de cara, como meu capitãozinho Hitsugaya Toushirou ou o meu amado Ulquiorra Schiffer. 
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Ainda sobre a construção dos personagens, eu achei que a forma deles serem introduzidos na história foi muito fluida e fácil. Como não se apaixonar pela amizade do Sado e do Ichigo, pela devoção e inocência de Inoue ou pelo jeito engraçado da Rukia? A leitura começa leve, como esse resumo ali em cima sugere. Um pressuposto simples, que se desenvolve em uma história muito mais complexa.

Para mim, o autor deixou alguns pontos no ar: o que aconteceu com o Hueco Mundo depois da saga Stern Ritters? Por que o pai do Ichigo simplesmente sumiu no final? Como as pessoas da Soul Society conseguem se reproduzir? 

Eu me incomodei com a imagem final da Inoue, toda esplendorosa como uma dona de casa. Mas isso tem mais a ver com eu gostar da personagem, mas não me identificar com seu final. Não acho que um jeito de ser é melhor do que o outro, mas é claro a gente fica mais feliz quando se vê no lugar do personagem. A Rukia, em compensação, quando vi que ela era a capitã dos 13 esquadrões fiquei tipo "What?? Preciso ver o poder que a fez chegar ali!" Que é claro que não foi mostrado, mas a gente quer sempre coisas que não pode ter, é a vida. 

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O ponto alto de Bleach, para mim, sempre será a arte. Eu adoro olhar para as ilustrações do Tite Kubo. São traços tão limpos e bem feitos que a história poderia ser uma bost@ e eu ainda assim a leria. Claro que se você acompanha o mangá desde o princípio vai notar uma evolução gigantesca nos traços do autor, mas a arte de Bleach é simplesmente linda.

E acho que é só tudo isso.

Curiosidade: quando eu comecei a escrever fanfics, meu nome de ficwriter era Lina Schiffer. Lina por causa da protagonista de Slayer e Schiffer, por causa do meu amor, o Ulquiorra. 💗

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