Cap. 19 - Visita inesperada

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ATENÇÃO! ESSE POST É UMA CONTINUAÇÃO. SE CHEGOU AQUI POR ENGANO, TE ACONSELHO A LER OS CAPÍTULOS ANTERIORES.

Se alguém me perguntasse qual foi o momento mais feliz da minha vida, eu diria que era aquele. Jacob, Heather, e eu éramos uma família perfeita. Brincávamos, Saíamos juntos, éramos felizes.

Eu acreditava piamente que nada poderia romper essa felicidade que se estabelecera em minha vida. Como na maioria das vezes, eu estava errada.

Tia Alice organizou uma festa para comemorar o aniversário de casamento dos meus pais. Lá encontrei vários amigos queridos, como a Zafrina, o Nahuel, os Denali. E acabei encontrado vampiros que eu gostaria de morrer sem rever.

Os Volturis.

O convite foi mandado apenas por educação. Eles não vieram no meu casamento ou no de Bella. Por que viriam numa simples festa de comemoração de aniversário de casamento?

Mas vieram – não a família, mas parte da guarda.

A coisa toda ficou tensa quando descobriram a Heather. Ela não era humana. Não era vampira. Não era loba. Mas ela sabia tudo desses três mundos. Era parte de cada um deles, sem pertencer a nenhum em especial.

Não fizeram nada precipitado por se tratar de uma festa. No entanto, deixaram claro que queriam conversar com ela. Como se eu fosse permitir!

– Eu respondo por ela. – Falei rispidamente.

– Sinto muito, mas não é assim que as coisas funcionam. Os Volturis não dão segundas chances. Você já foi uma exceção. Duvido que exista algo como Heather. Você sabe o que temos que fazer. - Um dos guardas dos Volturis me disse.

Foi súbito. Instinto. Uma mãe é como um leoa, um animal. Faria qualquer coisa para proteger sua cria. Qualquer coisa mesmo. E, de repente, o plano todo estava pronto na minha cabeça.

– Diga ao Aro que eu vou falar com ele pessoalmente. Em uma semana eu estarei lá.

Os guardas aceitaram o tempo. Para vampiros, tempo não era algo realmente significativo.

Escapuli da festa, antes que Edward pudesse ler meus pensamentos. Joguei meus planos no fundo da minha mente, e pensei em outra coisa.

– Estou passando mal. – murmurei para o Jake, antes de correr para nossa casa. Ele até fez menção de me seguir, mas eu o barrei.

“Não deixe a Heather sozinha.” E lancei um olhar sugestivo para a guarda dos Volturis.

Eu vi no rosto dele que ele não queria me deixar partir. Talvez ele estivesse pressentindo. Talvez ele também pudesse sentir aquela dor que eu sentia no coração. Aquele medo. Aquela tristeza por precipitação.

Talvez ele soubesse que eu teria que partir novamente. E dessa vez, para sempre.

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